O CIDADÃO INCOMUM

 

Nada de Gotham City ou Metropólis. Essa história se passa em São Paulo. Era para ser uma noite comum na vida de Caliel quando ele descobre que pode voar. Não há respostas, e as perguntas de sempre deixam de fazer sentido. Em velocidade estendida, perto da Lua, ele contempla a cidade que se move em três dimensões. Seu corpo, no entanto, flutua à revelia do tempo – ao menos, de como o conhecemos. As cores estão diferentes. O clima. O cheiro. Criaturas rastejam pelas sombras do centro da cidade. O sangue circula em câmera lenta pelas veias de Caliel, mas não se trata apenas de poderes e transformações físicas, não, isso seria simplificar essa história. É preciso olhar mais de perto, para o lado de dentro, onde se constrói um homem. Só assim é possível ouvir a dor e a angústia de Caliel em seus passos quebrados pela metrópole.

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PÉS NO CHÃO  



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